
Bem, a história conta que o Iluminismo ocorreu no século XVIII, chamado o "Século das Luzes". O nome “iluminista” nasceu pelo fato da Idade Média ter sido considerada o tempo das “trevas da ignorância”, sendo que já nessa nova época, das luzes da sabedoria e das descobertas, foi um período de grandes avanços tecnológicos, com grandes pensadores como Voltaire e Renê Descartes. Nasceu na França e se desenvolveu por toda a Europa.
No caso do Iluminismo, o princípio da Idade Média ser contrariada era o de que as coisas aconteciam pura e simplesmente pela vontade divina. O Iluminismo tinha tendências lógicas, logo, buscavam uma explicação científica para todo fenômeno percebido. Além disso, seus pensadores atuaram nas mais diversas áreas científicas: economia, filosofia, sociologia, física e etc.
René Descartes e Isaac Newton foram os nomes que deram maior impulso numa fase inicial do iluminismo. Descartes defendia o uso da razão e da racionalidade para responder aos fenômenos que eram atribuídos à vontade divina. Foi também o criador do método cartesiano, que era uma forma de análise, baseada na perspectiva de duvidar de qualquer coisa que fosse passível de dúvida. O próprio Descartes se preocupou em provar sua existência. Dessa dúvida nasceu outra frase imortalizada de Descartes : “Penso Logo Existo”
Já Isaac Newton foi o responsável pela famosa força gravitacional. Newton, que era astrônomo e filósofo, fez descobertas, além dos estudos da força gravitacional, na área da óptica. Foi o responsável por mostrar que a luz branca é composta de várias cores. Também foi o criador de três leis fundamentais da física: a três leis de Newton.
Desses dois personagens em diante, a preocupação era espelhar o conhecimento a todos os seres humanos. Foi nesse período que se teve a ideia de reunir todo conhecimento humano, num projeto que se chamou de enciclopédia. Muitos pensadores apresentaram forte discordância do modelo mercantilista que se encontrava a sociedade europeia.
Outro grande personagem do iluminismo foi Voltaire. Um filósofo que teve vários pensamentos lembrados mesmo muito depois do Renascimento. Por exemplo, a sua defesa à liberdade de expressão em que ele diz “ não concordo com nenhuma palavra que dizes, mas defenderei até a morte o seu direto de dizê-lo”. Sua vontade era que o governo seguisse a ideologia e os pensamentos dos filósofos, além de ser contra a interferência da igreja no estado.
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